Bloqueia rato - aviso

AVISO/DISCLAIMER - 18+ - XXX rated (às vezes)

Este blogue é destinado a um público que possua a maturidade e vontade suficiente para o compreender, tal como é:
UM REFLEXO DESTE MUNDO ABSURDO!
Contém imagens, expressões e mensagens que podem ferir as susceptibilidades individuais, por vezes existe sentido de humor (de qualidade duvidosa), noticias e fotos anormais (bem anormais de preferência), porque de normalidade estamos nós fartos.

Se não concorda, não satisfaz os requisitos ou, ainda, se é menor de idade, está, desde já, avisado: RUA! Procure outras tretas com que se entreter, sff!!!



Mostrar mensagens com a etiqueta aula. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta aula. Mostrar todas as mensagens

domingo, janeiro 30, 2011

- Post educativo da semana...

PROBLEMA MATEMÁTICO

Uma mãe é 21 anos mais velha que o filho. Daqui a seis anos a mãe terá uma idade 5 vezes maior que o filho. Onde está o pai agora?


Sim, não leu mal... onde está o Pai?


Há que fazer alguns cálculos para obter a resposta! Por mais incrível que pareça a resposta é dada pela matemática!

Solução:

Analisando...

A mãe tem hoje Y anos, o rapaz tem hoje X anos, Portanto com a mãe 21 anos mais velha:

Y = X + 21

Daqui a 6 anos:
(Y + 6) e (X + 6)

Portanto com a mãe 5 vezes mais velha que filho:

Y + 6 = 5(X + 6)

Resolvendo...
Y + 6 = 5X + 30

Y = 5X + 24

Dai, substituindo na primeira equação = X + 21 teremos:
5X + 24 = X + 21

Ou seja:
- 4X = 3

<=> X = -3/4

Ejá está o rapaz tem hoje -3/4 anos,

Não chegou lá? Eu reduzo a meses: - 9 meses = -3/4 anos (menos nove meses!!!)


A resposta é lógica: Se o menino tem exactamente menos 9 meses, ele nascerá daqui a nove meses, então a resposta do problema proposto já é possível:

- O pai agora está a foder a mãe, enquanto tu fodes a cabeça!!!

sábado, junho 05, 2010

- Aprender não custa!

Nunca se sabe quando o uso dos primeiros socorros pode ser necessário, e para tal, o OSE promove e colabora neste curso rápido que pode salvar uma vida...

Super Sexy CPR from Super Sexy CPR on Vimeo.

terça-feira, outubro 27, 2009

- Aprender não custa

Numa aula de biologia*, o professor estava a falar sobre o alto teor de glicose encontrado no sémen, quando uma caloira levantou o braço e perguntou:
- Se eu entendi bem, o senhor professor está a dizer que se encontra muita glicose no sémen.
- Seria tanto quanto no açúcar?
- Sim. Respondeu o professor.
- Então por que é que o gosto não é doce?
Após um silêncio de estupefacção, a turma toda escangalhou-se a rir. A pobre caloira ficou roxa de vergonha assim que percebeu quão impensada foi sua pergunta. A resposta do professor, entretanto, foi clássica:
- O gosto não é doce porque as papilas gustativas que reconhecem o sabor doce, encontram-se na ponta da língua e não no fundo da garganta...

* Verídico, passada na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e com direito a uma destaque no programa "Homem que mordeu o cão"

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

- O saber não ocupa lugar

Se formos a Versalhes, veremos que o palácio, talvez o mais importante de França, não possui casas de banho.
Os jardins de Versalhes são, enormes, belíssimos, um verdadeiro regalo para os olhos, mas na época eram mais usados como retretes do que admirados.
Não havia casas de banho e nas festas, pomposas, oferecidas pelo Rei, juntavam-se sempre quantidades infindáveis de pessoas.

Na Idade Média não existiam escovas de dentes, perfumes, desodorizantes e muito menos papel higiénico.
As fezes e urina humanas eram atiradas pelas janelas.
Os leques usavam-se não por causa do calor, mas sim para afastar os maus cheiros exalados de debaixo dos vestidos.
Era por isso que as roupas eram pesadas, de propósito, para reterem os odores das partes íntimas que quase nunca eram lavadas.
As pessoas não tomavam banho por falta de água corrente e de aquecimento nos quartos.
O banho era tomado numa banheira gigante cheia de água quente. O chefe da família era o primeiro a tomá-lo, depois os outros homens da casa por ordem de idade, depois as mulheres, também por ordem de idade. Por fim as crianças sendo os bébés os últimos.
Quando chegava a vez deles, a água estava tão suja que se podia perder um bébé dentro da banheira.

Já agora, alguém sabe o porquê do ramo de flores das noivas?...
Na Idade Média a maioria dos casamentos relizava-se no início do verão.
A razão era simples: o primeiro banho do ano era tomado em Maio e então em Junho o cheiro das pessoas ainda se tolerava. Mesmo assim, como alguns odores já começavam a ser incomodativos, as noivas levavam ramos de flores a seu lado nas carruagens para disfarçar os maus cheiros.
Assim nasceu a tradição do ramo de noiva.

E a expressão "chover cães e gatos", advinham a origem?...
Os tectos das casas não tinham forro.
Sob as vigas de madeira criavam-se animais: gatos, cães, ratos e outros.
Quando chovia, as goteiras forçavam os animais a descerem ao piso inferior.
Daqui nasceu a expressão tipicamente anglo-saxónica “chover cães e gatos”.

Depois há tradições estranhas e bizarras...
Os mais ricos tinham pratos de estanho. Certos alimentos oxidavam o material, que juntamente com a falta de higiene da época, levava a que frequentemente muita gente morresse envenenada. Os tomates, que são ácidos, provocavam este efeito e foram considerados tóxicos durante muito tempo.
Com os copos acontecia o mesmo, pois o contacto com whisky ou cerveja fazia com que as pessoas entrassem em estado narcoléptico produzido tanto pela bebida como pelo estanho. 
Quem visse alguém naquele estado podia pensar que estava morto e preparava-lhe o funeral.
O corpo era colocado em cima da mesa da cozinha durante alguns dias acompanhado da família enquanto os outros comiam e bebiam esperando que o “morto” viesse a sí.
Esta foi a origem do velório que hoje se faz junto ao cadáver.

Falando de mortos, vem a expressão "salvo pela campaínha",
Os locais para enterrar os mortos eram pequenos e não havia sempre lugar para todos. Os caixões eram abertos e retirados os ossos para lá se meter outro cadáver. Os ossos eram recolhidos num ossário. Às vezes ao abrir-se os caixões, notava-se que o enterrado tinha arranhado a terra, quer dizer, tinha sido enterrado vivo.
Nesta época surgiu a ideia de ligar ao punho do defunto um fio, passá-lo por um orifício do caixão e ligá-lo a uma sineta no exterior da campa. Se o indivíduo estivesse vivo, só tinha que puxar o fio.
Assim a sineta tocava e era desenterrado, porque por causa das dúvidas ficava sempre um familiar junto à campa durante uns dias.
Desta acção nasceu a expressão “salvo pela campaínha”, e não, como muitos pensam, que teve origem no boxe.

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

- Não sabe? Aprenda!

Mais uma vez o OSE retoma esse serviço público que é divulgar algo que lhe ensina coisas de verdadeiramente úteis... (roubado algures na net, descarregue...)


Manual do minete!